terça-feira, julho 10, 2012

O apanhador no campo de centeio


O mundo pesou sobre mim
Fez morada em meus ombros
Hospedeiro cruel e implacável,
Roubou-me a esperança da chegada

Ode à leveza do vôo rasante
Dos passos da ave que caminha sobre as águas
Sem manual de comportamento
Sua cartilha é sua vontade

Ah, Caulfield! Quero a liberdade de não me importar
Ser apenas um Apanhador no campo de centeio 

4 comentários:

  1. Will, parabéns pelo poema, lindo! Conseguiu re(criar) em mim a sensação que tive ao ler o livro Apanhador no Campo de Centeio. Li esse livro, ainda adolescente, adorava. Belíssimo poema!

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    1. Se isso aconteceu, meu desejo já foi realizado. Esse livro sempre me remete coisas boas.

      Obrigado pela visita!

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  2. o voo... ah, esse desafio à gravidade!...
    nenhum peso se aguda. e os sonhos se desenham em nuvens.

    bonitas imagens, Will.

    beijos

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    1. Brigado pela visita generosa, Rafa.

      Beijos!

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Obrigado pela caminhada