sexta-feira, agosto 31, 2012

Ainda há tempo



As ruas estão cheias
Eles vêm. Eles vão
Tropeçam nos calcanhares
Se esbarram na contramão

Miram o horizonte que se esconde atrás do outro

Não trocam mais olhares
São tantos mundos. Todos absortos.
Sem nave - sem flor.
Sem o amigo que se forjou.

São tantos. Estão sós. 

11 comentários:

  1. sós. e sem sóis, meu caro...

    mas, sim, tb acredito q ainda haja tempo!
    [tempo - esse 'mal' da modernidade]

    beijo

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    1. POis é, Rafa. É o que dá força pra levantar e seguir.

      beijão!

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  2. Nunca é tarde para acrescentar vida ao tempo que passa!

    Um ótimo fim de semana para você!

    beijos

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    1. exatamente! Resumiu bem melhor que eu! =]

      beijo!

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  3. Quem sabe se atrasando o passo um pouco, algo mínimo, não consigam - finalmente - ver-se no outro?

    Abraços, Will!

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    1. Verdade, Fabrício. O elo que falta a ponte só depende de uma atitude, bem simples, às vezes, não é verdade?

      Abraço!

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  4. Will, saudades! Como vai voce?

    Muito bom seu poema-pensamento! São tantos mundo mesmo...introvertidos. Cada vez mais.

    Beijos

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  5. Respostas
    1. Acho que você acaba de me inspirar a voltar a deixar pegadas por aqui!

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Obrigado pela caminhada